UOL K

Vivo rodeada de anjos QUE SÃO MEUS IRMÃOS !!!!! AMÉM..


Descrição:
Olá, eu Sázinha sou uma pessoa muito simples......e transparente gosto que tudo seja correto e justo.......procuro ser sempre uma pessoa sensata com o meu proximo e gosto que sejam comigo tb sou verdadeira, sincera e sou real rsrs ......obrigada queridos amigos .........  
Endereço (URL):
http://letelindona.uolk.com.br/
Sexo:
feminino  
Orientação sexual:
heterossexual  
Interessado em:
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Livro de recados de MOÇA E MIDIS¹

eternohomem
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Acima da Verdade

Acima da verdade estão os deuses. A nossa ciência é uma falhada cópia Da certeza com que eles Sabem que há o Universo. Tudo é tudo, e mais alto estão os deuses, Não pertence à ciência conhecê-los, Mas adorar devemos Seus vultos como às flores, Porque visíveis à nossa alta vista, São tão reais como reais as flores E no seu calmo Olimpo São outra Natureza.
16:27 - 04/11/2009
Sonho da Claridade
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A semana

Para um preso, menos 7 dias,
Para um doente, mais 7 dias,
Para os felizes, 7 motivos,
Para os tristes, 7 remédios,
Para os ricos, 7 jantares,
Para os pobres, 7 fomes,
Para a esperança, 7 novas manhãs
Para a insônia, 7 longas noites,
Para os sozinhos, 7 chances,
Para os ausentes, 7 culpas,
Para um cachorro, 49 dias,
Para uma mosca, 7 gerações,
Para os empresários, 25% do mês,
Para os economistas, 0, 019 do ano,
Para o pessimista, 7 riscos,
Para o otimista, 7 oportunidades,
Para a Terra, 7 voltas,
Para o pescador, 7 partidas,
Para cumprir o prazo, pouco,
Para criar o mundo, o suficiente,
Para uma gripe, a cura,
Para uma rosa, a morte,
Para a História, nada,
Para a Época, tudo.

Que a sua seja maravilhosa

http://www.youtube.com/watch?v=4zMCS5kUU9g
11:55 - 28/10/2009

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Depoimentos sobre MOÇA E MIDIS¹

eternohomem
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O caráter antagônico da Natureza é descrito pela literatura, pela psicologia e pela filosofia.

Foi Heráclito quem primeiro descreveu a função reguladora dos contrários, mostrando que, em algum momento, as coisas correm em direção ao seu contrário.

Foi seguindo os caminhos da Natureza que Jung descreveu este mesmo jogo antagônico na psique humana.

Demonstrou a inclinação natural da psique de convergir na direção a um Centro - para o Si-mesmo.

Jung chama a atenção para o perigo de haver identificação com um dos pólos, o que resultaria em doença psíquica. A unilateralidade romperia a tensão necessária para manter o equilíbrio e a saúde psíquica.

O oposto da atitude consciente é a sombra, que, ao ser reprimida, faz pressão para se manifestar. Daí a necessidade de se procurar conectar a força oposta da consciência.

Como acredita Jung, "é no oposto que se acende a chama da vida".

Jung alerta que o confronto com os opostos, e a sua integração, é fundamental para o processo de individuação, para se alcançar a Totalidade, para que o homem se torne um ser, não perfeito, mas mais feliz.

Totalidade inclui reconhecer e aceitar em si, as qualidades que estão em oposição "ao ideal do ego", as qualidades opostas aos valores culturais e morais.

A integração dos opostos é um processo que começa pelo reconhecimento da sombra, ou seja, da parte da personalidade que contém os aspectos primitivos, reprimidos, inadequados aos padrões estéticos e morais de uma cultura.

Tomar consciência da sua sombra é condição "sine qua non" para o indivíduo começar o caminho rumo ao auto-conhecimento, rumo à consciência.

O homem que não conhece sua face sombria, é um homem que só conhece uma face de "sua moeda", é um ser unilateral, falsamente iludido sobre sua natureza humana, e, por isso, presa fácil do mal, adepto do recurso de projetar no outro, no mundo, as qualidades que não reconhece em si.

Do ponto de vista conceitual, é Freud quem faz a análise mais profunda da divisão entre o lado luz e o lado sombra da psique humana. Mas é Jung quem dá à sombra uma abordagem mais ampliada.

A cisão entre o lado luz - o Bem - e o lado sombra - o Mal - é evidente e absoluta na tradição judaico cristã.

Originalmente, a tradição cristã reconhecia os opostos que o homem traz em si, conforme as palavras de São Paulo: "Não faço o bem que quero, mas o mal que não quero".

Essas palavras, revestidas de conhecimento de psicologia humana, revelam que São Paulo sabia que possuía a sombra, e o fato de ter esse conhecimento é que o mantinha íntegro.

Segundo Jung, Criador e criatura deveriam ser uma toalidade, mas devido à cisão perpetuada pelo Cristianismo, surgiu o mundo de luz e o mundo de trevas.

O Taoísmo afirma que tudo é criado pela integração dos opostos ( yin-yang ) que representam a luz e a sombra, o positivo e o negativo, o bem e o mal.

Estes pares de opostos são pares complementares da Natureza que nunca podem ser separados. São princípios do Universo e toda a Criação está sujeita a este contraponto.

A sombra não é basicamente má. Há grande energia e potencial na porção reprimida. Esta energia precisa ser conectada e amalgamada à personalidade, e não unilateralizada. Porque, tanto para o bem como para o mal, não se deve sucumbir a nenhum dos opostos.

A noção de bem e mal é relativa e fruto de julgamento de valor, portanto subjetiva e passível de contaminação da sombra pessoal.

Sendo assim, o ponto de referência não está nos polos, mas sim, no meio, no equilíbrio.

Se um dia a paz for alcançada, seus promotores não estarão entre as pessoas "que se fizeram santas", mas entre as pessoas que aceitaram sua natureza pecadora com humildade.

A busca da santidade é nefasta também, porque, ao se identificar unilateralmente com sua parte boa, o indivíduo joga-a contra a sua parte oposta.

Sendo um arquétipo, a sombra tem conteúdos afetivos poderosos, com capacidade de autonomia, obsessão e possessividade que lhe dão capacidade de ascendência sobre a estrutura do ego.

A sombra representa o arquétipo do bode expiatório, do ‘outro", sobre o qual é lançada toda a culpa, toda a maldade do indivíduo que ele não reconhece como sua.

Através do recurso do bode expiatório, o homem nega sua sombra. O bode expiatório presta um serviço ao seu acusador, na medida em que ele carrega para esse, o fardo de sua sombra feia, inadequada ao "padrão de beleza" que o ego idealiza.

A sombra reprimida e relegada ao inconsciente, torna-se um potencial de energia, energia essa que vem a tona sob a forma de projeção.

Na projeção a relação com o mundo externo é uma relação revestida de ilusão.

O meio ambiente ganha a configuração que a sombra lhe dá: a maldade, a feiúra que o homem não admite como sua, é lançada no ambiente, no outro.

A metade bonita, perfeita, ele abraça como sua, o que resulta num ser dividido, de ego inflado, pretensamente bom.

Um dos prejuízos que a projeção traz é que a pessoa reage ao ódio e violência "que-lhe mandam" com mais ódio e violência e o círculo vicioso se forma. A projeção faz surgir, literalmente, no outro e no ambiente, as situações que o indivíduo projeta.

O perdão aos outros é um modo de dizer que já nos aceitamos integralmente, com nossa sombra. O perdão é a própria aceitação da vida como ela é.

Auto perdão é o sacudir da poeira, é a renovação da auto estima e da alegria de viver, é o caminho da integridade e da felicidade.


eternohomem
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O caráter antagônico da Natureza é descrito pela literatura, pela psicologia e pela filosofia.

Foi Heráclito quem primeiro descreveu a função reguladora dos contrários, mostrando que, em algum momento, as coisas correm em direção ao seu contrário.

Foi seguindo os caminhos da Natureza que Jung descreveu este mesmo jogo antagônico na psique humana.

Demonstrou a inclinação natural da psique de convergir na direção a um Centro - para o Si-mesmo.

Jung chama a atenção para o perigo de haver identificação com um dos pólos, o que resultaria em doença psíquica. A unilateralidade romperia a tensão necessária para manter o equilíbrio e a saúde psíquica.

O oposto da atitude consciente é a sombra, que, ao ser reprimida, faz pressão para se manifestar. Daí a necessidade de se procurar conectar a força oposta da consciência.

Como acredita Jung, "é no oposto que se acende a chama da vida".

Jung alerta que o confronto com os opostos, e a sua integração, é fundamental para o processo de individuação, para se alcançar a Totalidade, para que o homem se torne um ser, não perfeito, mas mais feliz.

Totalidade inclui reconhecer e aceitar em si, as qualidades que estão em oposição "ao ideal do ego", as qualidades opostas aos valores culturais e morais.

A integração dos opostos é um processo que começa pelo reconhecimento da sombra, ou seja, da parte da personalidade que contém os aspectos primitivos, reprimidos, inadequados aos padrões estéticos e morais de uma cultura.

Tomar consciência da sua sombra é condição "sine qua non" para o indivíduo começar o caminho rumo ao auto-conhecimento, rumo à consciência.

O homem que não conhece sua face sombria, é um homem que só conhece uma face de "sua moeda", é um ser unilateral, falsamente iludido sobre sua natureza humana, e, por isso, presa fácil do mal, adepto do recurso de projetar no outro, no mundo, as qualidades que não reconhece em si.

Do ponto de vista conceitual, é Freud quem faz a análise mais profunda da divisão entre o lado luz e o lado sombra da psique humana. Mas é Jung quem dá à sombra uma abordagem mais ampliada.

A cisão entre o lado luz - o Bem - e o lado sombra - o Mal - é evidente e absoluta na tradição judaico cristã.

Originalmente, a tradição cristã reconhecia os opostos que o homem traz em si, conforme as palavras de São Paulo: "Não faço o bem que quero, mas o mal que não quero".

Essas palavras, revestidas de conhecimento de psicologia humana, revelam que São Paulo sabia que possuía a sombra, e o fato de ter esse conhecimento é que o mantinha íntegro.

Segundo Jung, Criador e criatura deveriam ser uma toalidade, mas devido à cisão perpetuada pelo Cristianismo, surgiu o mundo de luz e o mundo de trevas.

O Taoísmo afirma que tudo é criado pela integração dos opostos ( yin-yang ) que representam a luz e a sombra, o positivo e o negativo, o bem e o mal.

Estes pares de opostos são pares complementares da Natureza que nunca podem ser separados. São princípios do Universo e toda a Criação está sujeita a este contraponto.

A sombra não é basicamente má. Há grande energia e potencial na porção reprimida. Esta energia precisa ser conectada e amalgamada à personalidade, e não unilateralizada. Porque, tanto para o bem como para o mal, não se deve sucumbir a nenhum dos opostos.

A noção de bem e mal é relativa e fruto de julgamento de valor, portanto subjetiva e passível de contaminação da sombra pessoal.

Sendo assim, o ponto de referência não está nos polos, mas sim, no meio, no equilíbrio.

Se um dia a paz for alcançada, seus promotores não estarão entre as pessoas "que se fizeram santas", mas entre as pessoas que aceitaram sua natureza pecadora com humildade.

A busca da santidade é nefasta também, porque, ao se identificar unilateralmente com sua parte boa, o indivíduo joga-a contra a sua parte oposta.

Sendo um arquétipo, a sombra tem conteúdos afetivos poderosos, com capacidade de autonomia, obsessão e possessividade que lhe dão capacidade de ascendência sobre a estrutura do ego.

A sombra representa o arquétipo do bode expiatório, do ‘outro", sobre o qual é lançada toda a culpa, toda a maldade do indivíduo que ele não reconhece como sua.

Através do recurso do bode expiatório, o homem nega sua sombra. O bode expiatório presta um serviço ao seu acusador, na medida em que ele carrega para esse, o fardo de sua sombra feia, inadequada ao "padrão de beleza" que o ego idealiza.

A sombra reprimida e relegada ao inconsciente, torna-se um potencial de energia, energia essa que vem a tona sob a forma de projeção.

Na projeção a relação com o mundo externo é uma relação revestida de ilusão.

O meio ambiente ganha a configuração que a sombra lhe dá: a maldade, a feiúra que o homem não admite como sua, é lançada no ambiente, no outro.

A metade bonita, perfeita, ele abraça como sua, o que resulta num ser dividido, de ego inflado, pretensamente bom.

Um dos prejuízos que a projeção traz é que a pessoa reage ao ódio e violência "que-lhe mandam" com mais ódio e violência e o círculo vicioso se forma. A projeção faz surgir, literalmente, no outro e no ambiente, as situações que o indivíduo projeta.

O perdão aos outros é um modo de dizer que já nos aceitamos integralmente, com nossa sombra. O perdão é a própria aceitação da vida como ela é.

Auto perdão é o sacudir da poeira, é a renovação da auto estima e da alegria de viver, é o caminho da integridade e da felicidade.


eternohomem
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Vaga, no azul amplo solta


Vaga, no azul amplo solta,
Vai uma nuvem errando.
O meu passado não volta.
Não é o que estou chorando.
O que choro é diferente.
Entra mais na alma da alma.
Mas como, no céu sem gente,
A nuvem flutua calma.

E isto lembra uma tristeza
E a lembrança é que entristece,
Dou à saudade a riqueza
De emoção que a hora tece.

Mas, em verdade, o que chora
Na minha amarga ansiedade
Mais alto que a nuvem mora,
Está para além da saudade.

Não sei o que é nem consinto
À alma que o saiba bem.
Visto da dor com que minto
Dor que a minha alma tem.



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Cartões de MOÇA E MIDIS¹

bomvento*Minü*
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Daniel Araújo
Um maravilhoso final de semana,onde tenha muito sol,muitas amizades e muito amor,um beijo grande em seu coração.
10:37 - 06/11/2009

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